O senador Carlos Fávaro (PSD) afirmou que a escolha dos suplentes também deve pesar na decisão do eleitor em 4 de outubro. Ao pedir que os mato-grossenses comparem as chapas ao Senado, destacou os nomes que escolheu para acompanhá-lo.
“Alexandre Schenkel e Carmen Machado são pessoas honradas, com histórias de trabalho. Não são suplentes enrolados. O eleitor tem o direito de saber quem está votando para assumir uma vaga no Senado”, afirmou.
Primeiro suplente, Alexandre Schenkel é engenheiro agrônomo e produtor rural. Presidiu entidades representativas do setor, entre elas a Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) e a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). Para Fávaro, sua presença na chapa leva ao Senado a experiência de quem conhece os desafios da produção em Mato Grosso.
A segunda suplente, Carmen Machado, é servidora pública aposentada da área da saúde e tem trajetória na representação dos trabalhadores. Segundo Fávaro, ela amplia a participação das mulheres e dos servidores públicos nas decisões da chapa. “Escolhi gente que pode olhar nos olhos da população e prestar contas da própria trajetória”, afirmou.
Fávaro ressaltou que suplentes não são apenas nomes na propaganda, eles podem exercer o mandato e tomar decisões pelo estado. “Nesta eleição, compare as propostas, mas compare também quem está em cada chapa. Não vote em chapa com suplentes enrolados”, concluiu.
O valor do auxílio-alimentação é de R$ 65 por turno efetivamente trabalhado, conforme estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O senador Carlos Fávaro (PSD) afirmou que a escolha dos suplentes também deve pesar na decisão do eleitor em 4 de outubro.
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